Foto: Cecília Justen

Ei! Tudo bem?
Por aqui está uma confusão só, nunca estive tão empolgada com um final de livro! 

No mês de Junho a Editora Arqueiro lançou mais uma obra do maravilhoso Ken Follett. Para quem não sabe, ele sempre foi e sempre será um dos meus autores favoritos, e agora ele chegou mais uma vez brilhando com um livro que eu já posso dizer: É o melhor livro que eu já li até agora em 2017.

Empolgada do jeito que sou, não pude aguentar por muito tempo. Quando o livro chegou em minhas mãos, comecei a ler e não parei mais. E quando terminei, vim correndo até o blog para começar mais uma resenha para vocês!

Sinopse: Freya é o nome da deusa nórdica do amor. Também é o codinome da mais recente invenção nazista, de acordo com uma mensagem interceptada pelas forças aliadas. A inteligência britânica desconfia que é graças a ela que os alemães estão conseguindo abater os bombardeiros ingleses a uma velocidade tão alarmante. Hermia Mount, uma analista do MI6, é recrutada para ajudar a descobrir qual é essa nova arma. Tendo morado a vida inteira na Dinamarca, ela possui contatos valiosos que poderão auxiliá-la em sua missão. Do outro lado do mar do Norte, numa ilha dinamarquesa ocupada pelos alemães, o estudante Harald Olufsen descobre uma instalação estranha dentro da base militar nazista. Ele não sabe o que é, mas não se parece com nada que já tenha visto, e ele precisa contar para alguém. Em Copenhague, o detetive Peter Flemming colabora com os alemães para desvendar quem está repassando informações de dentro do país nórdico para os aliados britânicos. Numa Europa praticamente dominada pela Alemanha, a vida dessas três pessoas se entrelaça de forma irreversível, e quando um decrépito avião bimotor se transforma no único meio de fazer a verdade chegar até as forças aliadas, o destino delas poderá mudar o rumo da guerra – e da história.

Foto: Cecília Justen

Ei! Tudo bem?
Hoje, depois de surtar muito com A Casa do Lago, tenho mais coragem para resenhar esse livro que me surpreendeu em todos os momentos.

Um dos lançamentos mais aguardados - pra mim - da Editora Arqueiro em Junho foi A Casa do Lago. Isso tudo porque a ideia do livro é ser um "suspense" e um romance policial. O livro por ter uma pegada de detetive e por nos fazer pensar em soluções para os casos, fez com que eu me sentisse dentro de uma obra de Agatha Christie ou até mesmo Arthur C. Doyle, porém, com uma escrita leve e extremamente descritiva. Escrita que fica perfeita por causa de Kate Morton, autora do livro.

Então depois de me apaixonar completamente, cá estou eu resenhando uma história que eu com certeza lerei novamente e que sem dúvidas aparecerá mais vezes aqui no blog. 

Sinopse: A casa da família Edevane está pronta para a aguardada festa do solstício de 1933. Alice, uma jovem e promissora escritora, tem ainda mais motivos para comemorar: ela não só criou um desfecho surpreendente para seu primeiro livro como está secretamente apaixonada. Porém, à meia-noite, enquanto os fogos de artifício iluminam o céu, os Edevanes sofrem uma perda devastadora que os leva a deixar a mansão para sempre. Setenta anos depois, após um caso problemático, a detetive Sadie Sparrow é obrigada a tirar uma licença e se retira para o chalé do avô na Cornualha. Certo dia, ela se depara com uma casa abandonada rodeada por um bosque e descobre a história de um bebê que desapareceu sem deixar rastros. A investigação fará com que seu caminho se encontre com o de uma famosa escritora policial. Já uma senhora, Alice Edevane trama a vida de forma tão perfeita quanto seus livros, até que a detetive surge para fazer perguntas sobre o seu passado, procurando desencavar uma complexa rede de segredos de que Alice sempre tentou fugir.

Foto: Cecília Justen

Ei! Tudo bem?
Depois de despejar mil lágrimas em cima de meu exemplar de Nossa Música, já me sinto bem melhor para compartilhar com vocês um pouquinho desta obra que me fez derreter. 

Nunca me senti tão frágil após uma leitura, tão sem pensamentos, tão de ressaca. Na verdade, eu não imaginava que metade dos meus sentimentos pudesse existir. Sendo bem sincera, hoje vou resenhar para vocês um livro que mexeu com partes de mim que eu ainda não conhecia. 

Quando esse livro chegou a minhas mãos, quase surtei de tanta emoção, mas mais ainda, quase surtei, pois não tinha tempo para ler. A história chegou a minha casa, porém eu estava em semana de prova. E se tem uma coisa que vocês nunca vão ter em semana de prova, essa coisa sou eu. Sem brincadeiras, acho que nem meus pais veem meu rosto direito nestas semanas. Logo, não seria um livro que veria. 

Apesar de tudo, assim que entrei de férias, não fiz outra coisa. Fui correndo pegar Nossa Música para ler, queria tanto conhecer melhor o novo livro da Dani Atkins que mal respirei enquanto lia. Hoje, posso dizer que só me arrependo de não ter lido esse livro antes.

Sinopse: Ally e Charlotte poderiam ter sido grandes amigas se David nunca tivesse entrado em suas vidas. Mas ele entrou e, depois de ser o primeiro grande amor (e também a primeira grande desilusão) de Ally, casou-se com Charlotte. Oito anos depois do último encontro, o que Ally menos deseja é rever o ex e sua bela esposa. Porém, o destino tem planos diferentes e, ao longo de uma noite decisiva, as duas mulheres se reencontram na sala de espera de um hospital, temendo pela vida de seus maridos. Diante de incertezas que achavam ter vencido, elas precisarão repensar antigas decisões e superar o passado para salvar aqueles que amam.

Foto: Tumblr

Ei! Tudo bem?
Adoro receber notícias de lançamentos de livros e poder compartilhar com vocês!

No mês de Julho, assim como em outros meses do ano, a Editora Arqueiro irá lançar alguns dos vários livros que iremos conhecer durante 2017. E eu, como amante da literatura, venho aqui mais uma vez falar com vocês sobre essas estreias que te levarão a loucura.

Foto: Tumblr

Ei! Tudo bem?
Estou muito empolgada por finalmente estar aqui falando sobre um tema que eu sou apaixonada!

Não é de hoje que eu deixo claro para todo mundo que eu conheço que pra mim a fotografia do filme pode dizer se ele vai ser bom ou não. Ela é tão importante e em alguns momentos a gente nem percebe, porém, a sua magia está sempre lá. Um exemplo são os filmes do Tim Burton, a fotografia dele é tão única que nós já até sabemos reconhecer que a obra é dele, não é mesmo?!

Por amar tanto essa parte artística do mundo cinematográfico, separei cinco filmes que possuem fotografias que fazem o meu coração parar de tão lindas! Vocês podem aproveitar as férias que já estão quase chegando para botar em dia esses filmes ou revê-los, afinal, assistir a uma boa obra nunca é demais.

Foto: Cecília Justen

Ei! Tudo bem?
Por aqui está tudo mais leve depois da minha última leitura!

Recentemente a Editora Arqueiro lançou Tudo e Todas as Coisas em uma versão especial do filme que estará nos cinemas em breve. Escutei muitas pessoas falando sobre e li comentários positivos que acabaram se sobressaindo no meio de poucas críticas negativas. Depois de ler o livro e ficar pensando em cada palavra absorvida, descobri que tenho um lado para me posicionar. Faço parte dos comentários positivos e é por isso que estou aqui com mais uma resenha para vocês.

Sinopse: A doença que eu tenho é rara e famosa. Basicamente, sou alérgica ao mundo. Não saio de casa. Não saí uma vez sequer em 17 anos. As únicas pessoas que eu vejo são minha mãe e minha enfermeira, Carla. Então, um dia, um caminhão de mudança para na frente ­da ­casa ao lado. Eu olho pela janela e o vejo. Ele é alto, magro e está todo de preto: blusa, calça jeans, tênis e um gorro que cobre o cabelo. Ele percebe que eu estou olhando e me encara. Seu nome é Olly. Talvez não seja possível prever tudo, mas algumas coisas, sim. Por exemplo, vou me apaixonar por Olly. Isso é certo. E­ é quase certo que isso vai provocar uma catástrofe.

Foto: Cecília Justen

Ei! Tudo bem?
Eu estou muito empolgada por finalmente estar fazendo essa resenha para vocês!

A verdade é que desde o dia em que eu li Confissões de uma Garota Excluída, Mal-amada e (um pouco) Dramática, passei há contar os dias para o lançamento de Confissões de Um Garoto Tímido, Nerd e (Ligeiramente) Apaixonado. Por fim, quando recebi um exemplar do livro da Thalita Rebouças, meu coração parou e eu não aguentei esperar nenhum dia se quer, eu precisava lê-lo.

Hoje, depois de digerir todos aqueles capítulos que transmitiam tanta emoção, tomei coragem para dar o meu melhor nessa resenha, que eu espero que saia com tanto sentimento quanto o livro é realmente.

Sinopse: Davi está no segundo ano do ensino médio e finalmente tomou coragem para iniciar o curso de astrologia que sempre quis fazer mas nunca teve coragem de admitir, por medo de sofrer preconceitos. Entre signos e mapas astrais, conhece Milena, uma menina incrível, que o deixa encantado com seu jeito apaixonante. Tetê, melhor amiga de Davi, o incentiva a investir no relacionamento, mas vencer a timidez é um desafio para ele. Ajudar Zeca, seu amigo que passa por problemas amorosos, também é uma dificuldade, pois Davi é inexperiente no assunto. No final do primeiro semestre, entretanto, uma novidade causa um rebuliço na turma: Samantha, colega de classe do trio, apresenta Gonçalo, que mora em Portugal e veio passar as férias de verão europeu na casa dela, no Rio de Janeiro. A chegada do estrangeiro tem efeitos inesperados, e Davi e seus amigos passam a lidar com questões que nunca imaginaram ter que enfrentar.