E de novo, cá está eu escrevendo em mais um blog a minha não-experiência de vida. Agradeço a todos por isso, mesmo que involuntariamente, e claro, agradeço você. Não você que está lendo, o "você" a quem me refiro com certeza não está lendo. Obrigada por não estar aqui. 

Desculpa se era para estar contando sobre mim. Mas quem sou eu? Ninguém em especial. Não possuo 5 cores no cabelo, um arsenal de discos, não fiz nada que pudesse ganhar um premio, não faço soletração, ainda me perco em misturar as cores, Alex Turner ainda me faz delirar com sua voz e durmo vendo A Família Adams. 
Ah! Vim de Marte. E claro que isso foi só uma maneira simpática de dizer que não sou de nenhum lugar, mesmo que os testes da internet dizerem que sou da França. A França dos anos 20.  Imagina viver com Hemingway?! Me parece a coisa mais fascinante do mundo!
Infelizmente isso não é a realidade,  nasci e continuo vivendo no Brasil. Isso não é ruim. Mas como disse, não sou de lugar algum. 

Isso não é um diário online e publico, não é um blog (mesmo que possua o nome de um), é algo sem discrição. Uns textos que precisam ser compartilhados. 

Não tem nem o que falar. Está longe de ser uma apresentação. O que você quiser saber, você saberá, acredite. 

Deixe um comentário