Você começou meio assim, sem graça, sem vitamina que me alimentasse e pudesse me deixar inteira até o tão glorioso dia 31 de Dezembro.

Depois de muito suor, muito aprendizado, muito chororo você se foi e, graças que você não irá mais voltar.

Esse último dia foi bem tranquilo se não fosse pelo seu barulho, estava tentando festejar? Acho que até você se cansou de você mesmo. Tadinho.

Para te ajudar nessa comemoração, comecei a pendurar bolas brancas e amarelas na varanda. Obviamente, adoro acreditar nessas superstições. Paz e dinheiro, já deu de pedir amor, não é mesmo?!

Em falar em amor, o que foi isso para você, 2016? Talvez nada. Mas vamos ser positivos, por favor. Apesar de todos os romances históricos que se deram por vencidos, é bom pensar que durou lindamente -ou não- por muito tempo.

Acho que foi isso que faltou nesse ano, isso que faltou em todos. Procurar o lado bom das coisas. Afinal, ele sempre existe, não é?! Bom, espero que sim. Prefiro acreditar nessa teoria para bebê dormir.

Você vai entrar para história e, obrigada, apesar desses fatos não me agradarem muito, por ter me feito aparecer nos livros sobre história daqui a alguns anos. Aproveitando, fora Temer!

Se eu fosse falar de todos os seus problemas, ah, isso não seria um "boa noite".

O que me lembra que você me deu vários sonhos bons e ruins, me fez realizar um que nem de longe eu acreditaria. Não acredito até hoje.

Hoje você fecha seu livro, para 2017 ter seu espaço. Então acho que "Ufa!" é a palavra certa. Você já deu o que tinha que dar e, mesmo 2017 sendo incerto, já me deixa mais alegre por sua saída estar tão perto.

Bom, se você queria ser inesquecível, parabéns, conseguiu. Agora só me resta te desejar, boa noite.

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